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Macaé e Cabo Frio iniciam levantamento para avaliar incidência do Aedes aegypti

As prefeituras de Macaé e de Cabo Frio iniciaram nessa segunda-feira, 8, o Levantamento do Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2024, que avalia, por meio de amostragem, a incidência do mosquito transmissor da dengue, da zika, e da chikungunya, nas cidades.

Em Macaé, o LIRAa está sendo realizado pela Secretaria de Saúde, através da Coordenadoria Especial de Vigilância Ambiental em Saúde, em todos os bairros da cidade, subdividido em áreas.

Coordenador de Vigilância Ambiental em Saúde, Luan Campos explica que o LIRAa avalia o Índice de Infestação Predial (IIP) da cidade, além da infestação por tipo de depósito e o risco para ocorrência de uma epidemia.

“A partir do resultado do levantamento, iremos formular um boletim que nos ajudará a ajustar, ampliar, manter ou criar mais estratégias de combate ao vetor”, contou Luan Campos.

Segundo a Prefeitura de Macaé, o trabalho do LIRAa será feito por 120 agentes de endemias, que têm a previsão de vistoriar cerca de 6 mil imóveis em 26 bairros da cidade, e por isso, Luan Campos pede a ajuda da população.

“É importante que as pessoas sejam receptivas com os agentes, que estarão devidamente uniformizados. Em caso de dúvida, poderá ser feito contato com o órgão por meio do 0800-022-6461”, acrescentou Luan Campos.

O gestor alerta ainda para a tendência na alta de casos de dengue no Estado do Rio, como informa a Secretaria Estadual Saúde, em um painel de monitoramento da situação epidemiológica do governo estadual.

“Estudos apontam para a volta do soro tipo 3 da dengue, o que alerta para uma epidemia da doença, já que nos últimos anos os sorotipos mais comuns foram o 1 e o 2”, detalhou Luan Campos.

Supervisor geral da Coordenadoria Especial em Vigilância Ambiental em Saúde de Macaé, Marcelino Rocha reforça que os agentes irão percorrer as residências fazendo as inspeções em locais que possam ter objetos ou estejam sujeitos a acumular água e ser potencial foco do mosquito.

“Quando o agente encontra o foco, a amostra é encaminhada para o laboratório. O resultado é inserido no relatório e, se for positivo para o Aedes aegypi, esse dado é inserido no índice de infestação. Ao coletar a amostra, o agente elimina o objeto ou faz o tratamento do local”, explicou Marcelino Rocha.

Em Cabo Frio, o LIRAa está sendo promovido durante toda essa semana pela Secretaria de Saúde, através da Coordenadoria de Vigilância em Saúde Ambiental, com os agentes de endemias percorrendo os bairros da cidade para coletar informações.

De acordo com a Prefeitura de Cabo Frio, os indicadores registrados no LIRAa nortearão as estratégias e ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, visando a prevenção das doenças transmitidas por ele.

“A previsão é de que os resultados do levantamento sejam divulgados na 2ª quinzena de janeiro, fornecendo uma visão abrangente sobre a situação do município em relação à presença do mosquito. Esses dados irão orientar medidas específicas e eficazes no controle do Aedes aegypti”, contou o município.

A prefeitura lembra que, pelas normas do Ministério da Saúde, o IIP do mosquito é considerado satisfatório caso esteja abaixo de 1%, em estado de alerta entre 1% e 3,9%, e em risco de surto de doenças caso esteja acima de 3,9%.

“Mesmo com todas as medidas promovidas pelo poder público, a população deve ficar atenta e realizar as ações de prevenção para coibir a proliferação do mosquito nas residências, que são os locais predominantes de focos”, pede o município.

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