Oito trabalhadores permanecem a bordo realizando atividades essenciais para manter a operacionalidade da unidade.
Sérgio Barcellos
O acidente envolvendo a embarcação Skandi Amazonas na última semana em Macaé pode ter sido provocado por falta de sinalização. Segundo informações, o rebocador teria se chocado com um banco de rochas, com base nos dados fornecidos pela própria empresa DOF. A ausência dessa sinalização inclusive foi apontada pelo prefeito Welberth Rezende e o vereador e presidente da Câmara, Alan Mansur, durante uma visita realizada na última terça-feira (19).
A visita de autoridades se deu devido à preocupação com um possível vazamento de óleo e outros danos ao meio ambiente. Em contato com a reportagem, a DOF informou que “segue atuando na resposta ao incidente envolvendo a embarcação Skandi Amazonas, prestadora de serviços de ancoragem submarina para a Petrobras”. Ela ressalta também que “não houve vazamento ou dano ao meio ambiente”, disse a empresa.
A DOF divulgou também que atualmente oito trabalhadores permanecem a bordo da unidade, em regime de revezamento. Eles estão realizando atividades essenciais para a manutenção da operacionalidade da embarcação. No momento do acidente, a embarcação contava com 29 tripulantes a bordo.
A empresa também afirma que desde o ocorrido na última sexta-feira (15), foram mobilizadas equipes multidisciplinares para o planejamento das ações para o desencalhe e reparo da embarcação, “com o objetivo de viabilizar o reboque seguro até o estaleiro”.
Também foram mobilizados recursos adicionais ao local com o objetivo de monitorar e dar suporte às ações traçadas, que contam com a atuação de especialistas em salvamento de embarcações (salvage), além de barcos de apoio.
A DOF também afirma que órgãos reguladores competentes também já foram informados. “Estamos avaliando as ações para retirada da embarcação e encaminhamento ao porto adequado”, concluiu a empresa .




