O Serviço Social do Comércio do Rio (Sesc RJ) divulgou as datas do Festival Sesc de Inverno, que acontece entre 17 de julho e 2 de agosto, em todas as 27 localidades do Estado do Rio, além de algumas das principais atrações do evento.
Na região os eventos acontecerão em apenas 3 finais de semana, começando com Búzios, Campos dos Goytacazes, e o Sana, em Macaé, onde os shows serão nos dias 17 e 18 de julho, seguindo para Barra de São João, distrito de Casimiro de Abreu, e Cabo Frio, onde os shows serão nos dias 25 e 26 de julho, fechando em Rio das Ostras, Casimiro e Silva Jardim, onde os shows acontecem em 1º e 2 de agosto.
O tema da edição 2026, que acontece também nas cidades de Cardoso Moreira, São João da Barra, Magé, Miguel Pereira, Nova Friburgo, Itatiaia, Petrópolis, Itaipava, Porciúncula, Porto Real, Itaperuna, Rio das Flores, Tanguá, Três Rios, Valença, Varre-Sai, Vassouras, Visconde de Mauá e Teresópolis, será “afluir”.
E algumas cidades já tiveram suas atrações principais divulgadas nessa quarta-feira, 2 de julho, sendo apenas uma na região, como Campos, que receberá show do grupo Clareou, marcado para o próximo dia 18 de julho, às 20h.
Ao todo, o Sesc RJ promete uma programação de mais de 500 horas de atividades, com atrações gratuitas ou a preços populares, reunindo música, teatro, dança, literatura, cinema, circo e artes visuais.
Além do Clareou, foram anunciados shows também de nomes como Fernanda Abreu (Miguel Pereira e Porciúncula), Joanna (Valença, Petrópolis e Nova Friburgo), Ludmilla (Itaipava), Mumuzinho (Porto Real e Itaipava), Leoni (Itaperuna e Visconde de Mauá), Negra Li (Teresópolis), Pagode do Adame (Tanguá), Roupa Nova (Petrópolis) e Vou pro Sereno (São João da Barra e Cardoso Moreira).
Para a edição desse ano, o evento celebra 80 anos de atuação do Sesc RJ, apostando em um conceito que se propõe a orientar a experiência do público e a curadoria do evento, referenciando a movimentação dos rios.
“Afluir, aqui, é movimento. É travessia, contorno, infiltração e transbordamento. Um gesto de abertura para a escuta, o encontro e a transformação. Inspirado na ideia de fluxo, o festival se constrói como um campo de confluências entre saberes, linguagens, territórios e experiências. Não apenas aqueles reconhecidos institucionalmente, mas também os que emergem do cotidiano, das práticas vivas, das memórias e dos corpos”, explica a organização do evento.




