Encalhada desde 15 de maio, embarcação segue sob monitoramento técnico e sem registro de danos ambientais
Sérgio Barcellos
Quase dois meses após encalhar na Praia Campista, a embarcação da DOF segue sem prazo definido para retirada. Ainda assim, nesta semana surgiram novas informações que podem indicar que o Skandi Amazonas está prestes a deixar o banco de areia onde está estacionado desde o dia 15 de maio.
Em contato exclusivo com o Clique Diário, a DOF afirmou que “aguarda a aprovação das autoridades competentes para o início das próximas etapas de salvamento”. A contrapartida é que a empresa, mais uma vez, evitou estipular um prazo e dar detalhes sobre a remoção da embarcação.
Outro dado importante é que a empresa voltou a se manifestar sobre um tema que gera apreensão entre a população e autoridades municipais, que são os possíveis impactos ambientais.
Sobre isso, a DOF deu a seguinte declaração: “A embarcação Skandi Amazonas permanece estável na Praia Campista, em Macaé (RJ), sem registros de vazamento ou danos ambientais desde o início da ocorrência. A situação segue sendo monitorada por equipes técnicas e órgãos competentes”.
Representantes do poder público e autoridades municipais já se manifestaram por diversas vezes sobre a embarcação. Os principais questionamentos são por transparência e os procedimentos adotados para a remoção. Alguns veículos chegaram a noticiar na última semana que o Skandi Amazonas passou por uma inspeção, informação que não foi confirmada de forma oficial pela empresa.
Dentre as autoridades que se manifestaram estão o prefeito Welberth Rezende e o presidente da Câmara Municipal de Macaé, Alan Mansur. Juntos eles realizaram uma visita a embarcação logo após o encalhe e acompanharam a situação de perto com o objetivo de assegurar que o acidente não causou nenhum tipo de vazamento ou danos ao meio ambiente.
Após a visita de Mansur, a Câmara Municipal passou a contar com a Frente Parlamentar de Petróleo e Energia, com o objetivo de acompanhar de perto a situação. Desde então, os parlamentares estão buscando informações junto aos órgãos responsáveis sobre os procedimentos realizados para a remoção da embarcação, assegurando também que todos os protocolos sejam cumpridos e sem riscos ao meio ambiente.




